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Somente 5 por cento dos municípios caminham para a universalização do saneamento

Somente 5 por cento dos municípios caminham para a universalização do saneamento

Somente 5 por cento dos municípios caminham para a universalização do saneamento

Somente 5 por cento dos municípios caminham para a universalização do saneamento – Os outros 95% apresentam apenas compromissos ou empenho para solucionar os problemas de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. É o que mostra o Ranking Abes da Universalização do Saneamento, divulgado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental.

Um país de extremos, onde apenas 5% dos municípios brasileiros, a maioria no Sul e Sudeste, caminham para universalizar o saneamento. Na outra ponta, 1.814 cidades, ou seja 95% delas, apresentam apenas compromissos, empenho ou dão os primeiros passos para enfrentar o problema. Os dados alarmantes estão no Ranking Abes da Universalização do Saneamento, divulgado nesta quarta-feira.

Entre as quatro categorias, o estudo mostra que 70% das capitais integram o quadro “empenho para a universalização”. Isso significa que o caminho rumo à totalidade dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e disposição final dos resíduos sólidos ainda é longo. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Roberval Tavares, apenas Curitiba é exemplo.

“Destaque positivo para Curitiba, que continua sendo a primeira no ranking, em termos de capitais, e destaque negativo para a região Norte, especialmente Porto Velho, que soma apenas 137 pontos dos 500 possíveis. Isso é uma demonstração das diferenças que nós temos no nosso país, que é continental, e que precisa resolver o saneamento à população”, avalia. Somente 5 por cento dos municípios caminham para a universalização do saneamento

A edição deste ano do ranking Abes abrange 100% do território nacional, contemplando todos os municípios que forneceram ao Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (SNIS), os dados necessários para o cálculo dos indicadores. São quase 2 mil cidades, 34% do total, e 67% da população do país. Os dados representam a realidade de 2016.

Para Roberval Tavares, o ano eleitoral, mais uma vez, é uma excelente oportunidade para o tema entrar na pauta nacional:

“A cada real que investimos em saneamento, economizamos quatro na saúde. Então, veja a importância do saneamento para reduzir as doenças sobre veiculação hídrica, inclusive mortalidade infantil. Tem um lema dentro do saneamento que é o seguinte: quem investe em ponte e asfalta rua gosta de cuidar de carro. Quem investe em saneamento é quem gosta de cuidar de gente”.

Pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), o Brasil deveria universalizar o atendimento à população até 2033. Mas, de acordo com a Abes, apenas as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste são capazes de cumprir as metas em até 15 anos.

Fonte

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